Ouça o áudio da divulgação do curta 'O problema é que eu te amo' no Programe-se da Lumen FM 99.5 que foi ao ar hoje (terça-feira) às 18 horas.
Amanhã: fotos da pré-estréia
Aproveito também para lembrar que a estréia dos 6 curtas acontece amanhã, 20 horas, na Cinemateca.
por Vitor Geron
18 de novembro de 2008
16 de novembro de 2008
Chegou a hora!!!

Pré-estréia dia 18/11 (terça-feira), a partir das 20h, na Cachaçaria Mambembe. Rua Barão de Guaraúna, 550 (esquina com a Rua Rocha Pombo), no Juvevê. R$4,00 de entrada.
Estréia dia 19/11 (quarta-feira), a partir das 20h, na Cinemateca.
Todos que acompanharam a saga "O problema é que eu te amo" estão convidados...
Os que não acompanharam mas tiverem curiosidade também estão convidados...
8 de novembro de 2008
7 de novembro de 2008
Making Of
Em breve: cartaz, trailer, detalhes sobre a pré-estréia e o filme.
Aguardem...
por Vitor Geron
4 de novembro de 2008
Cabô.
Último dia. É quase impossível acreditar que conseguimos acabar esse filme. Que seria difícil editar todo o material que tínhamos MAIS as músicas, era óbvio. Primeiro, porque acabamos fazendo um curta não tão curto assim. Ou seja, maior quantidade de imagens e takes. Segundo, porque a idéia inicial era fazer um musical. Apesar de ter deixado essa idéia de lado, acabamos fazendo com que a trilha sonora fosse bastante presente no nosso filme. Leia-se: em quase todas as cenas colocamos alguma trilha. Na maioria das vezes, substituindo um diálogo, dando sentido a cena.
A edição é um processo complicado e cansativo. Você já viu a primeira cena 55 vezes, já ouviu a última trilha 74 vezes e já arrumou mais outros milhares de detalhes muitas, muitas vezes! E isso acaba gerando uma angústia enorme, porque a vontade de ver tudo pronto (e num piscar de olhos!) é incontrolável. Nessa hora eu me lembrei de uma coisa que havia lido sobre a Clarice Lispector. Certa vez ela disse que não tinha costume e nem gostava de reler seus textos, pois acabava vendo muitos defeitos e, por conseqüência, não gostava do que tinha escrito. É exatamente assim que funciona.
Você cria uma expectativa enorme, faz e arruma várias cenas (no caso de Clarice, faz quinhentas revisões de texto) e depois de tanto tempo vendo só aquilo, se cansa e quer terminar de uma vez. E perde a vontade de ficar vendo de novo. Essa é a minha sensação no último dia de edição (ao todo foram o quê? Seis dias?). Cansaço do filme. Mas sim, o resultado ficou bom! A gente vê trilhões de defeitos e amadorismos, mas pô. É o nosso filme, a gente que fez! Nós, que mal conseguíamos segurar uma câmera na mão. A gente fez tudo e isso é sim um motivo de orgulho. E a gente se dá o direito de falar “nossa, essa cena ficou boa!” ou “putz, ficou perfeito esse diálogo”. Sim! Também temos muitas coisas boas pra mostrar.
E temos que agradecer ao Arnaldo pela dedicação e paciência. Principalmente paciência pra aturar eu, Thaís e França gralhando sem parar várias coisas ao mesmo tempo. É-é, não deve ser fácil pra eles. :D
Agora estamos esperando pela pré-estréia e estréia. Ver a reação das pessoas e ter uma resposta vai ser essencial pra fechar esse trabalho com chave de ouro. A expectativa continua grande, vamos ver como vai ser lá!
por Larissa Gulin
A edição é um processo complicado e cansativo. Você já viu a primeira cena 55 vezes, já ouviu a última trilha 74 vezes e já arrumou mais outros milhares de detalhes muitas, muitas vezes! E isso acaba gerando uma angústia enorme, porque a vontade de ver tudo pronto (e num piscar de olhos!) é incontrolável. Nessa hora eu me lembrei de uma coisa que havia lido sobre a Clarice Lispector. Certa vez ela disse que não tinha costume e nem gostava de reler seus textos, pois acabava vendo muitos defeitos e, por conseqüência, não gostava do que tinha escrito. É exatamente assim que funciona.
Você cria uma expectativa enorme, faz e arruma várias cenas (no caso de Clarice, faz quinhentas revisões de texto) e depois de tanto tempo vendo só aquilo, se cansa e quer terminar de uma vez. E perde a vontade de ficar vendo de novo. Essa é a minha sensação no último dia de edição (ao todo foram o quê? Seis dias?). Cansaço do filme. Mas sim, o resultado ficou bom! A gente vê trilhões de defeitos e amadorismos, mas pô. É o nosso filme, a gente que fez! Nós, que mal conseguíamos segurar uma câmera na mão. A gente fez tudo e isso é sim um motivo de orgulho. E a gente se dá o direito de falar “nossa, essa cena ficou boa!” ou “putz, ficou perfeito esse diálogo”. Sim! Também temos muitas coisas boas pra mostrar.
E temos que agradecer ao Arnaldo pela dedicação e paciência. Principalmente paciência pra aturar eu, Thaís e França gralhando sem parar várias coisas ao mesmo tempo. É-é, não deve ser fácil pra eles. :D
Agora estamos esperando pela pré-estréia e estréia. Ver a reação das pessoas e ter uma resposta vai ser essencial pra fechar esse trabalho com chave de ouro. A expectativa continua grande, vamos ver como vai ser lá!
por Larissa Gulin
1 de novembro de 2008
19:15
Ontem, sexta-feira, voltamos a editar nosso curta. Terminamos a edição das imagens e o tempo total ficou em 19min15seg, sem os créditos. A boa notícia é que assistimos a tudo e parece muito mais rápido de que isso, bom sinal, consideramos...
Segunda e terça continuaremos. E, dessa vez, iremos colocar as músicas e cuidar da parte sonora.
A pré-estréia está marcada. Será dia 18 de novembro, a partir das 20h, no Mambembe. Rua Barão de Guaraúna, 550, no bairro Juvevê. Quem estiver acompanhando o blog e tiver interesse em comparecer, entre em contato conosco...
Ah, e o cartaz em breve estará pronto. Mostraremos...
Por Bruno Zanona
Segunda e terça continuaremos. E, dessa vez, iremos colocar as músicas e cuidar da parte sonora.
A pré-estréia está marcada. Será dia 18 de novembro, a partir das 20h, no Mambembe. Rua Barão de Guaraúna, 550, no bairro Juvevê. Quem estiver acompanhando o blog e tiver interesse em comparecer, entre em contato conosco...
Ah, e o cartaz em breve estará pronto. Mostraremos...
Por Bruno Zanona
30 de outubro de 2008
Olha o cinema paranaense aí!!! Estômago continua repercutindo e vai virar série de TV
Em acordo recém-acertado com o produtor inglês-jamaicano Stephen Hopkins, o diretor brasileiro Marcos Jorge prepara seu filme "Estômago" (2007) para ser refilmado em inglês e transformado em uma série de TV também em língua estrangeira. "Confesso que é uma situação que me estimula, mas também me preocupa um pouco: conheço vários exemplos de remakes mal-sucedidos. Mas a ocasião é especial e não devo desperdiçá-la", afirmou o cineasta curitibano ainda surpreso com a parceria em reportagem do JB Online.
Orçado em R$ 2 milhões, o longa-metragem estreou no Festival do Rio de 2007, onde foi eleito o "Melhor Filme" pelo júri popular. O primeiro contato de Hopkins com a produção de Jorge aconteceu durante uma temporada de férias e de prospecção de trabalho no Brasil ainda no ano passado. Então, o primeiro passo foi dado: "Quem fez as apresentações foi o Sergio Sá Leitão, hoje diretor da Ancine (Agência Nacional de Cinema). Contei que tinha um filme muito especial, que era "Estômago". Mandei para ele uma cópia legendada em DVD na esperança de um contato para venda do filme nos Estados Unidos", conta Bruno Weiner, da Dowtown Filmes, distribuidor brasileiro da produção.
O resultado veio logo em seguida: "Hopkins adorou, disse que era o melhor que tinha visto entre os brasileiros, ficou realmente entusiasmado. Nos vimos algumas vezes depois disso e ele sempre comentava que "Estômago" não lhe saía da cabeça. E daí apareceu a proposta do remake", finaliza Weiner.
No acordo, a adaptação será gerida pela associação entre as produtoras Zencrane Filmes (brasileira) e a Greengo Productions, companhia de Hopkins. O produtor inglês, inclusive, já começou a buscar nos Estados Unidos e na Inglaterra investidores para o projeto, que tem um piso inicial de US$ 20 milhões. "Essa base pode chegar a US$ 30 milhões. Tudo depende do peso dos atores que ele conseguir para o filme", informou Cláudia da Natividade, esposa e sócia de Marcos Jorge.
Como a parceria entre os dois também prevê a realização de um seriado televisivo - que girará em torno do protagonista da trama -, foi decidida uma divisão de tarefas, em que Hopkins vai dirigir o piloto e Jorge poderá assumir alguns dos capítulos, de um total de 12, do programa. "Nenhum diretor imagina que algum dia vá refazer um filme que ele mesmo dirigiu. O que posso dizer, sem pensar muito, é que não vai ser a mesma obra. As situações de "Estômago" terão de ser adaptadas completamente para que continuem fazendo sentido em uma outra cultura, com um elenco estrangeiro", explicou o diretor brasileiro que está na Espanha, onde acompanha a participação do filme no Festival de Valladolid.
Resultado de uma co-produção com a Itália, o longa já foi vendido para 20 países - só na Bélgica e na Holanda, a soma do público do filme chega a 75 mil. Por causa da repercussão na maratona carioca, teve seu lançamento no circuito antecipado para janeiro deste ano, tendo cerca de 100 mil espectadores. Na versão original, "Estômago" fala de Raimundo Nonato, nordestino que se muda para Curitiba e tenta ganhar a vida fazendo quitutes para um botequim. Lá, ele se transforma em um chef renomado.
De acordo com o JB Online, na adaptação estrangeira, o personagem principal se chamará Harvey e será sulista. "Queremos rodar em Nova York, por causa da cultura gastronômica. Sabemos que Harvey não poderá ficar cozinhando em uma cela, como na versão brasileira. Então, o colocaremos na cozinha da prisão, tocada pelos prisioneiros", adianta Marcos Jorge
Fonte: Portal Imprensa
Obs: Eu realmente não sabia que a repercussão já tinha sido tão grande
Por João Gonçalves
Orçado em R$ 2 milhões, o longa-metragem estreou no Festival do Rio de 2007, onde foi eleito o "Melhor Filme" pelo júri popular. O primeiro contato de Hopkins com a produção de Jorge aconteceu durante uma temporada de férias e de prospecção de trabalho no Brasil ainda no ano passado. Então, o primeiro passo foi dado: "Quem fez as apresentações foi o Sergio Sá Leitão, hoje diretor da Ancine (Agência Nacional de Cinema). Contei que tinha um filme muito especial, que era "Estômago". Mandei para ele uma cópia legendada em DVD na esperança de um contato para venda do filme nos Estados Unidos", conta Bruno Weiner, da Dowtown Filmes, distribuidor brasileiro da produção.
O resultado veio logo em seguida: "Hopkins adorou, disse que era o melhor que tinha visto entre os brasileiros, ficou realmente entusiasmado. Nos vimos algumas vezes depois disso e ele sempre comentava que "Estômago" não lhe saía da cabeça. E daí apareceu a proposta do remake", finaliza Weiner.
No acordo, a adaptação será gerida pela associação entre as produtoras Zencrane Filmes (brasileira) e a Greengo Productions, companhia de Hopkins. O produtor inglês, inclusive, já começou a buscar nos Estados Unidos e na Inglaterra investidores para o projeto, que tem um piso inicial de US$ 20 milhões. "Essa base pode chegar a US$ 30 milhões. Tudo depende do peso dos atores que ele conseguir para o filme", informou Cláudia da Natividade, esposa e sócia de Marcos Jorge.
Como a parceria entre os dois também prevê a realização de um seriado televisivo - que girará em torno do protagonista da trama -, foi decidida uma divisão de tarefas, em que Hopkins vai dirigir o piloto e Jorge poderá assumir alguns dos capítulos, de um total de 12, do programa. "Nenhum diretor imagina que algum dia vá refazer um filme que ele mesmo dirigiu. O que posso dizer, sem pensar muito, é que não vai ser a mesma obra. As situações de "Estômago" terão de ser adaptadas completamente para que continuem fazendo sentido em uma outra cultura, com um elenco estrangeiro", explicou o diretor brasileiro que está na Espanha, onde acompanha a participação do filme no Festival de Valladolid.
Resultado de uma co-produção com a Itália, o longa já foi vendido para 20 países - só na Bélgica e na Holanda, a soma do público do filme chega a 75 mil. Por causa da repercussão na maratona carioca, teve seu lançamento no circuito antecipado para janeiro deste ano, tendo cerca de 100 mil espectadores. Na versão original, "Estômago" fala de Raimundo Nonato, nordestino que se muda para Curitiba e tenta ganhar a vida fazendo quitutes para um botequim. Lá, ele se transforma em um chef renomado.
De acordo com o JB Online, na adaptação estrangeira, o personagem principal se chamará Harvey e será sulista. "Queremos rodar em Nova York, por causa da cultura gastronômica. Sabemos que Harvey não poderá ficar cozinhando em uma cela, como na versão brasileira. Então, o colocaremos na cozinha da prisão, tocada pelos prisioneiros", adianta Marcos Jorge
Fonte: Portal Imprensa
Obs: Eu realmente não sabia que a repercussão já tinha sido tão grande
Por João Gonçalves
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