Em acordo recém-acertado com o produtor inglês-jamaicano Stephen Hopkins, o diretor brasileiro Marcos Jorge prepara seu filme "Estômago" (2007) para ser refilmado em inglês e transformado em uma série de TV também em língua estrangeira. "Confesso que é uma situação que me estimula, mas também me preocupa um pouco: conheço vários exemplos de remakes mal-sucedidos. Mas a ocasião é especial e não devo desperdiçá-la", afirmou o cineasta curitibano ainda surpreso com a parceria em reportagem do JB Online.
Orçado em R$ 2 milhões, o longa-metragem estreou no Festival do Rio de 2007, onde foi eleito o "Melhor Filme" pelo júri popular. O primeiro contato de Hopkins com a produção de Jorge aconteceu durante uma temporada de férias e de prospecção de trabalho no Brasil ainda no ano passado. Então, o primeiro passo foi dado: "Quem fez as apresentações foi o Sergio Sá Leitão, hoje diretor da Ancine (Agência Nacional de Cinema). Contei que tinha um filme muito especial, que era "Estômago". Mandei para ele uma cópia legendada em DVD na esperança de um contato para venda do filme nos Estados Unidos", conta Bruno Weiner, da Dowtown Filmes, distribuidor brasileiro da produção.
O resultado veio logo em seguida: "Hopkins adorou, disse que era o melhor que tinha visto entre os brasileiros, ficou realmente entusiasmado. Nos vimos algumas vezes depois disso e ele sempre comentava que "Estômago" não lhe saía da cabeça. E daí apareceu a proposta do remake", finaliza Weiner.
No acordo, a adaptação será gerida pela associação entre as produtoras Zencrane Filmes (brasileira) e a Greengo Productions, companhia de Hopkins. O produtor inglês, inclusive, já começou a buscar nos Estados Unidos e na Inglaterra investidores para o projeto, que tem um piso inicial de US$ 20 milhões. "Essa base pode chegar a US$ 30 milhões. Tudo depende do peso dos atores que ele conseguir para o filme", informou Cláudia da Natividade, esposa e sócia de Marcos Jorge.
Como a parceria entre os dois também prevê a realização de um seriado televisivo - que girará em torno do protagonista da trama -, foi decidida uma divisão de tarefas, em que Hopkins vai dirigir o piloto e Jorge poderá assumir alguns dos capítulos, de um total de 12, do programa. "Nenhum diretor imagina que algum dia vá refazer um filme que ele mesmo dirigiu. O que posso dizer, sem pensar muito, é que não vai ser a mesma obra. As situações de "Estômago" terão de ser adaptadas completamente para que continuem fazendo sentido em uma outra cultura, com um elenco estrangeiro", explicou o diretor brasileiro que está na Espanha, onde acompanha a participação do filme no Festival de Valladolid.
Resultado de uma co-produção com a Itália, o longa já foi vendido para 20 países - só na Bélgica e na Holanda, a soma do público do filme chega a 75 mil. Por causa da repercussão na maratona carioca, teve seu lançamento no circuito antecipado para janeiro deste ano, tendo cerca de 100 mil espectadores. Na versão original, "Estômago" fala de Raimundo Nonato, nordestino que se muda para Curitiba e tenta ganhar a vida fazendo quitutes para um botequim. Lá, ele se transforma em um chef renomado.
De acordo com o JB Online, na adaptação estrangeira, o personagem principal se chamará Harvey e será sulista. "Queremos rodar em Nova York, por causa da cultura gastronômica. Sabemos que Harvey não poderá ficar cozinhando em uma cela, como na versão brasileira. Então, o colocaremos na cozinha da prisão, tocada pelos prisioneiros", adianta Marcos Jorge
Fonte: Portal Imprensa
Obs: Eu realmente não sabia que a repercussão já tinha sido tão grande
Por João Gonçalves
30 de outubro de 2008
22 de outubro de 2008
Do nada para lugar nenhum
Eu sei, eu sei. Sei que esse blog devia falar só do NOSSO curta e de como estamos trabalhando para que ele fique pronto e bom. Mas é que, vejam: as salas de edição estão lotadas, nossas gravações já acabaram, e o cartaz... bom, eu juro que eu estou fazendo ele, juro.
Não é disso que eu vim falar hoje. Na verdade, não tem nada a ver com isso. Tá, um pouco tem. Hoje eu tive que assistir um filme, para a minha segunda faculdade. Nós vamos criar imagens baseadas em uma história e eu e minha parceira escolhemos "A Fantástica Fábrica de Chocolates", cujo nome original é "Charlie and the Chocolate Factory" (e pela primeira vez vemos uma tradução de nome não só sendo boa, mas melhor que a original) e é baseado em um livro, com o mesmo nome.
De qualquer maneira, para termos base da seqüência do filme e idéias para as imagens que iremos contar, optamos por rever a adaptação dirigida por Tim Burton. E não preciso dizer que foi uma delícia, não é? O filme é de ótima direção e o trabalho das imagens realmente nos inspirou.
Tá, mas o que isso tem a ver com o nosso blog, certo? Certo. Bom, o que tem a ver? O que tem a ver é que o DVD da "Fantástica Fábrica de Chocolates" do Tim Burton, vem com um DVD extra. Ará! E é claro que fomos ver o que tinha lá dentro.
E sabem o que? Vocês lembram daquela cena em que a menina é atacada por vááários esquilos? Pois então. Dá para acreditar que 40 daqueles esquilos eram de verdade, e que eles foram realmente treinados para pegar a noz, bater, levantar ao lado da orelha, abrir, morder...? É quase impossível de se imaginar!
E vocês sabiam que todos os Oompa-Loompas são feitos por um cara só? Mas que todas as posições que ele aparece não são feitas no computador? O que significa que ele teve que refazer todas as danças em diferentes posições, controlando o movimento da boca e o movimento corporal de acordo com a cena que ele tinha gravado anteriormente, até criar o número de Oompa-Loompas que o Tim Burton desejava?
Uau. Eu fiquei boba só de ver todo o trabalho que eles tiveram com... isso! Porque, digo, isso é praticamente o que? 15% do filme? Oompa-Loompas e Esquilos? Os esquilos são menos ainda! Eles são UMA cena!
Eu aconselho que vocês vejam a produção do filme, de verdade! É deveras interessante. Sem contar que nos faz perceber que, como a Paula já disse no blog de seu grupo, não devemos assistir a filmes de Hollywood para basear nossas produções. Nós não temos milhões para disperdiçar em ensinar esquilos. E, mesmo que tivéssemos, não temos tempo para isso. Mas ainda assim podemos fazer um bom trabalho. Simples, mas bom.
E, bom, era só isso que eu queria falar hoje.
Por Caroline Daga
Não é disso que eu vim falar hoje. Na verdade, não tem nada a ver com isso. Tá, um pouco tem. Hoje eu tive que assistir um filme, para a minha segunda faculdade. Nós vamos criar imagens baseadas em uma história e eu e minha parceira escolhemos "A Fantástica Fábrica de Chocolates", cujo nome original é "Charlie and the Chocolate Factory" (e pela primeira vez vemos uma tradução de nome não só sendo boa, mas melhor que a original) e é baseado em um livro, com o mesmo nome.
De qualquer maneira, para termos base da seqüência do filme e idéias para as imagens que iremos contar, optamos por rever a adaptação dirigida por Tim Burton. E não preciso dizer que foi uma delícia, não é? O filme é de ótima direção e o trabalho das imagens realmente nos inspirou.
Tá, mas o que isso tem a ver com o nosso blog, certo? Certo. Bom, o que tem a ver? O que tem a ver é que o DVD da "Fantástica Fábrica de Chocolates" do Tim Burton, vem com um DVD extra. Ará! E é claro que fomos ver o que tinha lá dentro.
E sabem o que? Vocês lembram daquela cena em que a menina é atacada por vááários esquilos? Pois então. Dá para acreditar que 40 daqueles esquilos eram de verdade, e que eles foram realmente treinados para pegar a noz, bater, levantar ao lado da orelha, abrir, morder...? É quase impossível de se imaginar!
E vocês sabiam que todos os Oompa-Loompas são feitos por um cara só? Mas que todas as posições que ele aparece não são feitas no computador? O que significa que ele teve que refazer todas as danças em diferentes posições, controlando o movimento da boca e o movimento corporal de acordo com a cena que ele tinha gravado anteriormente, até criar o número de Oompa-Loompas que o Tim Burton desejava?
Uau. Eu fiquei boba só de ver todo o trabalho que eles tiveram com... isso! Porque, digo, isso é praticamente o que? 15% do filme? Oompa-Loompas e Esquilos? Os esquilos são menos ainda! Eles são UMA cena!
Eu aconselho que vocês vejam a produção do filme, de verdade! É deveras interessante. Sem contar que nos faz perceber que, como a Paula já disse no blog de seu grupo, não devemos assistir a filmes de Hollywood para basear nossas produções. Nós não temos milhões para disperdiçar em ensinar esquilos. E, mesmo que tivéssemos, não temos tempo para isso. Mas ainda assim podemos fazer um bom trabalho. Simples, mas bom.
E, bom, era só isso que eu queria falar hoje.
Por Caroline Daga
20 de outubro de 2008
8 de outubro de 2008
É engraçado ver a coisa toda tomar forma. Quando estávamos apenas filmando, já não tínhamos o mínimo de noção de como tudo estava ficando. A primeira vez que vimos a fita, entramos em pânico. Cenas e cenas que queríamos refazer, planos faltantes, e olha aquela maldita janela aparecendo, meudeus o João! e por aí vai... Mas aí as edições começaram e nem tudo estava perdido.
Estranho é perceber que, uma vez que nos envolvemos com a edição, ficamos com a mente grudada nela. Não pude comparecer ao primeiro e ao terceiro dia de edição, mas fui ao segundo onde acabamos de editar a cena da Cartomante, a rodoviária e a padaria. Foi incrível achar uma foto para usarmos no cartaz do filme assim, no meio do nada, enquando o Arnaldo (Santo Arnaldo, deviam dizer) ajudava-nos a montar as cenas.
E já que citei o Arnaldo, que cara de alma boa! Sem brincadeira. Ele sempre entende o que queremos e, embora monte como pensamos em montar as cenas, ele sempre dá uma sugestão baseado na experiência que ele possui. "Talvez se a gente colocasse um fade-out aqui." e tcharã! A cena está consertada. Definitivamente, muitos créditos do filme serão dele, sem dúvidas!
No mais, acho que é isso. Começamos ontem a pensar nas músicas, sons que podemos colocar além das músicas para dar melhor a sensação que queremos criar. E é legal ficar montando o nosso curta e imaginando como as grandes produções fazem. Ninguém pára e repara se o barulho ambiente está perfeito, se a mão foi levantada errada no contra-plano e elogia o produtor, continuista depois. E, olha, fazendo esse curta, eu aprendi que edição, produção e continuista são pessoas deveras importantes em uma gravação.
Mas agora é isso! Esperar pela liberação da Celina por mais horários para editar. E conter a ansiedade de ver o curta pronto :)
Por Caroline Daga
Estranho é perceber que, uma vez que nos envolvemos com a edição, ficamos com a mente grudada nela. Não pude comparecer ao primeiro e ao terceiro dia de edição, mas fui ao segundo onde acabamos de editar a cena da Cartomante, a rodoviária e a padaria. Foi incrível achar uma foto para usarmos no cartaz do filme assim, no meio do nada, enquando o Arnaldo (Santo Arnaldo, deviam dizer) ajudava-nos a montar as cenas.
E já que citei o Arnaldo, que cara de alma boa! Sem brincadeira. Ele sempre entende o que queremos e, embora monte como pensamos em montar as cenas, ele sempre dá uma sugestão baseado na experiência que ele possui. "Talvez se a gente colocasse um fade-out aqui." e tcharã! A cena está consertada. Definitivamente, muitos créditos do filme serão dele, sem dúvidas!
No mais, acho que é isso. Começamos ontem a pensar nas músicas, sons que podemos colocar além das músicas para dar melhor a sensação que queremos criar. E é legal ficar montando o nosso curta e imaginando como as grandes produções fazem. Ninguém pára e repara se o barulho ambiente está perfeito, se a mão foi levantada errada no contra-plano e elogia o produtor, continuista depois. E, olha, fazendo esse curta, eu aprendi que edição, produção e continuista são pessoas deveras importantes em uma gravação.
Mas agora é isso! Esperar pela liberação da Celina por mais horários para editar. E conter a ansiedade de ver o curta pronto :)
Por Caroline Daga
7 de outubro de 2008
E a rebimboca da parafuseta começa a engrenar...
Acabamos a segunda noite de edição, hoje das 19h às 22h20min. O resultado começa a aparecer e a empolgação aumenta. Muito bom ver o trabalho tomando forma!
Acabamos de editar a cena da cartomante e fizemos outras três. Entre elas, a cena final. Ficou muito boa, conseguimos passar a sensação que pretendíamos... O resultado positivo de hoje nos deu fôlego para continuarmos. Estamos com muita vontade de ver tudo pronto, com musica, trilha e tudo. Estamos esperançosos, achando que o resultado final vai ser bem bom.
Agora é estudar pra prova de amanhã cedo e esperar pra ver quanto tempo a mais precisaremos pra editar tudo. Mais uma semana igual a essa e o trabalho será concluído, assim esperamos...
Por Bruno Zanona
Acabamos de editar a cena da cartomante e fizemos outras três. Entre elas, a cena final. Ficou muito boa, conseguimos passar a sensação que pretendíamos... O resultado positivo de hoje nos deu fôlego para continuarmos. Estamos com muita vontade de ver tudo pronto, com musica, trilha e tudo. Estamos esperançosos, achando que o resultado final vai ser bem bom.
Agora é estudar pra prova de amanhã cedo e esperar pra ver quanto tempo a mais precisaremos pra editar tudo. Mais uma semana igual a essa e o trabalho será concluído, assim esperamos...
Por Bruno Zanona
6 de outubro de 2008
O problema é que o caminho ainda é longo...
Primeira noite de edição. Começamos às 19h e terminamos às 22h40min. Conseguimos cortar todos os planos que iremos utilizar e iniciamos a edição final da cena em que a Pomba Enamorada vai à cartomante. A cena está um pouco escura, mas deu um tom especial, um clima legal. Ela é bem fragmentada, então a edição é demorada e difícil. Nossa sorte é que podemos contar com a ajuda do Arnaldo, editor da PUC. O cara manda bem, sabe o que faz.
O ponto alto da noite foi descobrir que precisaremos refilmar apenas uma cena curtinha. E, perceber mais uma vez, que a Dona Bere (avó da Isadora, produtora) incorporou a cartomante muito bem! Ela devia se dedicar à carreira de atriz ou cartomante, mesmo! Nossos atores também são ótimos, pelo que vimos, conseguiremos um resultado final satisfatório.
A edição parece bem distante do fim. Além das muitas cenas que ainda temos, precisamos cortar todas as músicas. Mas, o que a gente não faz para conseguir um bom trabalho? Pelo menos nossas mães vão adorar, tenho certeza!
Por hoje chega que a semana é bem longa. Provas, trabalhos, estágios e muita edição preenchem nossa agenda. O dia devia ter 36 horas, só assim daríamos conta de fazer tudo o que precisamos...
O caminho, para chegarmos ao final, ainda é bem longo!
Por Bruno Zanona
O ponto alto da noite foi descobrir que precisaremos refilmar apenas uma cena curtinha. E, perceber mais uma vez, que a Dona Bere (avó da Isadora, produtora) incorporou a cartomante muito bem! Ela devia se dedicar à carreira de atriz ou cartomante, mesmo! Nossos atores também são ótimos, pelo que vimos, conseguiremos um resultado final satisfatório.
A edição parece bem distante do fim. Além das muitas cenas que ainda temos, precisamos cortar todas as músicas. Mas, o que a gente não faz para conseguir um bom trabalho? Pelo menos nossas mães vão adorar, tenho certeza!
Por hoje chega que a semana é bem longa. Provas, trabalhos, estágios e muita edição preenchem nossa agenda. O dia devia ter 36 horas, só assim daríamos conta de fazer tudo o que precisamos...
O caminho, para chegarmos ao final, ainda é bem longo!
Por Bruno Zanona
5 de outubro de 2008
Picasso, posso ver seu diploma?
Mylton Severiano da Silva, o editor da revista Caros Amigos, participou da Semana Acadêmica na PUCPR. Ele conversou com os alunos sobre vários assuntos, como o excesso de jornalistas formados, o baixo salário da classe e a reforma gramatical.Mylton é contrário, por exemplo, à obrigatoriedade do diploma para jornalistas. Ele argumentou com uma conversa ficcional:
- Meu nome é Pablo Picasso, eu sou pintor.
- Posso ver o seu diploma?
Ele explicou que essa exigência acarreta alguns problemas. Primeiro, há um grande número de jornalistas formados entrando no mercado; esse excesso faz com que alguns aceitem salários baixos, menores que o piso. Por fim, a qualidade da informação (do texto, no caso da mídia impressa) deixa a desejar.
Enfim, opinião de quem trabalhou durante 48 anos e conviveu com vários jornalistas recém-saídos da universidade. Portanto, concordando ou não, são comentários que merecem ser respeitados e analisados.
Por Fernando Freire.
3 de outubro de 2008
Mais fotos e vídeo
Fotos das gravações no Amazon e na Carol...
O garçon especialista em culinária francesa é o responsável pela recepção dos convidados.
Quando as cenas são gravadas em um ambiente interno basta um moleton que funciona com 8 pilhas para seu ambiente ficar iluminado.
Quando as cenas são gravadas em um ambiente externo...não basta
Essa foto explica porque não basta. Ela também explica porque teremos que regravar essa cena. Não sei se você reparou, mas nossa atriz está ali, praticamente camuflada.
"Genteeee, sabia que o vento tira o foco?". Mesmo com um alto grau de profissionalismo e um vasto conhecimento sobre filmagens, por motivos óbvios nem tudo dá certo sempre. Culpa do vento...
Nosso ator se preparando para uma das cenas mais difíceis da vida dele. Foram necessários 5 dublês. Sério, é muita ação. Aguardem...
Fotos das gravações na casa da Carol agora. Começando pela equipe pensando na cena.
Isadora, ou Greca Lopes para os íntimos, desconfia que algo vai dar errado.
Enquanto isso, Carol prepara um café feito com água 15 minutos fervida.
Greca Lopes agora desconfia que eu estava tirando uma foto para por no blog. É uma gêniA essa menina.
João, aquele mesmo que se consagrou na revista da Puc, cancelou um almoço com o prefeito só para participar das gravações.
Pantufas, ideais para dias de chuva.
Mais uma da preparação e chega de fotos por hoje.
fotos por Thaís Skodowski e Vitor Geron
Vídeo auto-explicativo (ou autoexplicativo? ou auto explicativo? ou àütô espplícãtivo? estou por fora das novas regras)
vídeo por Bruno Zanona
por Vitor Geron
O garçon especialista em culinária francesa é o responsável pela recepção dos convidados.
Quando as cenas são gravadas em um ambiente interno basta um moleton que funciona com 8 pilhas para seu ambiente ficar iluminado.
Quando as cenas são gravadas em um ambiente externo...não basta
Essa foto explica porque não basta. Ela também explica porque teremos que regravar essa cena. Não sei se você reparou, mas nossa atriz está ali, praticamente camuflada.
"Genteeee, sabia que o vento tira o foco?". Mesmo com um alto grau de profissionalismo e um vasto conhecimento sobre filmagens, por motivos óbvios nem tudo dá certo sempre. Culpa do vento...
Nosso ator se preparando para uma das cenas mais difíceis da vida dele. Foram necessários 5 dublês. Sério, é muita ação. Aguardem... fotos por Thaís Skodowski e Vitor Geron
Vídeo auto-explicativo (ou autoexplicativo? ou auto explicativo? ou àütô espplícãtivo? estou por fora das novas regras)
vídeo por Bruno Zanona
por Vitor Geron
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